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Porto Maravilha de Guanabara - Revitalização da área portuária do Rio de Janeiro

Podemos dizer que o Porto do Rio de Janeiro, no final do século XIX, assemelhava-se ao de Santos. Ambos, então, funcionavam por meio de instalações dispersas. No Rio de Janeiro, com os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa.

Linhas ferroviárias urbanas da cidade do Rio de Janeiro

É incrível a história do desenvolvimento das linhas ferroviárias urbanas da cidade do Rio de Janeiro. Ainda no século 19 foram iniciadas as atividades dos atuais trens urbanos que na época eram de madeira e puxados por locomotivas a vapor, popularmente chamadas de "Maria Fumaça". Aos poucos foram sendo criadas diversas empresas operadoras do sistema através da iniciativa privada de pioneiros que estabeleceram vários trechos ligando a "linha do centro" ao grande Rio e outras cidades que já existiam na época.

Carestia - por Caetano Furquim de Almeida

Illmo e exmo sr. conselheiro A. N. Tolentino – Accuso a recepção da carta que v. exa. me dirigio em data de 4 do corrente, pedindo-me varias informações relativas á carestia dos generos alimenticios. Demorei a resposta a ella para colher alguns dados que me habilitassem a responder-lhe com algum conhecimento de causa, o que passo a fazer conforme m’o permttir minha fraca intelligencia.

1o. quesito

Quaes as causas da elevação do preço dos generos alimenticios, e quaes desses generos formam especialmente a alimentação da grande massa do povo?

Carestia

Carestia, de Almeida C , Rio de Janeiro, p.K-1 a K14, (1858)

Acervo do Museu do Trem (RJ) poderá se tornar patrimônio cultural do Brasil

O Acervo do Museu do Trem, uma das maiores referências da memória ferroviária do país, poderá ser tombado pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural na próxima terça-feira, dia 3 de maio, quando o colegiado realiza em Brasília sua primeira reunião de 2011. Os trabalhos de inventário foram realizados por equipes multidisciplinares do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, ao longo de mais de uma década, quando foi publicada a notificação do processo de tombamento da coleção, medida que resultou em sua proteção provisória pelo poder público federal.