CSN

Vale acena com fábrica de trilhos ferroviários em Minas Gerais

Registro de possível investimento da Vale em siderurgia / produtos acabados: laminação de trilhos ferroviários, agregando valor ao minério de ferro, ao invés de mandá-lo em estado bruto para o outro lado do planeta e comprar, de lá, trilhos, navios etc.

Mero aceno, pois não dá prazo, nem afirma decisão. Está "estudando".

Dólares e chantagem

CAPITALISMO À BRASILEIRA - Fraudes, tentativas de agressão e burla à privatização são os rescaldos de uma milionária disputa judicial

Ex-diretor, condenado, divulga fita sobre a CSN

O ex-diretor financeiro da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Lauro Rezende, que se apropriou das ações de uma das empresas do grupo CSN e foi condenado pela Justiça americana, entregou à imprensa uma fita na qual o empresário Benjamin Steinbruch, presidente da CSN, tem um diálogo com um interlocutor sobre pagamentos que teriam sido feitos no exterior.

A conversa telefônica foi apresentada ao juri popular que deu ganho de causa a Steinbruch na disputa pelas ações da International Investment Fund (IIF). Seu conteúdo, porém, não foi examinado pelo júri.

CSN ganha ação na Justiça contra ex-diretor

A Corte do Distrito Sul de Nova York deu vitória ontem ao presidente e principal acionista da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, numa disputa milionária com o ex-diretor financeiro da empresa Lauro Rezende.

Steinbruch vence disputa judicial nos Estados Unidos

Presidente da CSN e ex-diretor da companhia, Lauro Rezende, travam briga em torno do controle de uma empresa em Belize

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) foi reconhecida ontem como dona da International Investment Fund (IIF), em Belize, o que representa uma vitória na batalha judicial de três anos em Nova York, envolvendo o presidente executivo da companhia, Benjamin Steinbruch, e o ex-diretor financeiro Lauro Rezende. O veredicto foi anunciado pelo juiz Harold Baer, da Corte do Distrito Sul de Nova York, após decisão do júri. Rezende disse que vai recorrer.

Trem de carga entre Rio e SP tem ociosidade de 66%

A estrada de ferro entre Rio de Janeiro e São Paulo
Editoria de Arte/Folhapress

Enquanto o governo tenta emplacar o trem-bala entre Rio e São Paulo, a linha ferroviária existente entre os dois centros mais importantes do país trabalha com uma ociosidade de 66,2% no transporte de carga, informa Dimmi Amora, em reportagem na Folha deste domingo (a íntegra está disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Ferrovia tem velocidade pré-privatização

País não superou média de 29 km/h; trens de carga brasileiros são 34% mais lentos que os americanos e 62% menos velozes que os chineses

SÃO PAULO - Enquanto as atenções estão voltadas para a concessão do primeiro trem-bala brasileiro, que atingirá a velocidade de 300 km/h, as ferrovias de carga pararam no tempo no quesito velocidade. Em mais de uma década, desde a privatização, o Brasil não conseguiu sair da média de 29 km/h - bem abaixo de indicadores nos mercados concorrentes. Mais rapidez elevaria a capacidade da malha nacional.

Grandes empresas pedem mais concorrência entre ferrovias

Um time formado por grandes empresas que utilizam o transporte ferroviário para escoamento de carga decidiu esquentar a polêmica que envolve a nova proposta de regulação para setor. Os conflitos vieram à tona, ontem, durante uma audiência pública na sede da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

MRS prevê investir R$ 1,5 bilhão neste ano

A MRS Logística, concessionária de ferrovia que opera malha de 1,65 mil quilômetros, considera que 2010 foi o ano de arrumação da casa, com ajustes fiscais e financeiros, bem como operacionais.

Fortemente focada em carga pesada, traçou como meta ampliar sua participação em carga geral e ter uma presença relevante em um mercado que cresce bastante a cada ano no país, o de movimentação de contêineres.

Os investimentos programados para este ano vão duplicar em relação aos R$ 707 milhões aplicados no ano passado.

Ferrovia gera conflito entre governo e Vale

O governo federal decidiu endurecer o jogo contra a Vale, acusada de atrasar o desenvolvimento do transporte de carga no país, informa reportagem de Dimmi Amora para a Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

A empresa tem a concessão (com subsidiárias) de 11,5 mil quilômetros da malha ferroviária do país, que é de 28 mil quilômetros, controlando os trechos que levam aos principais portos do Brasil.