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Porto Maravilha de Guanabara - Revitalização da área portuária do Rio de Janeiro

Podemos dizer que o Porto do Rio de Janeiro, no final do século XIX, assemelhava-se ao de Santos. Ambos, então, funcionavam por meio de instalações dispersas. No Rio de Janeiro, com os trapiches da Estrada de Ferro Central do Brasil, da Ilha dos Ferreiros, da enseada de São Cristóvão, da praça Mauá e os cais Dom Pedro II, da Saúde, do Moinho Inglês e da Gamboa.

Linhas ferroviárias urbanas da cidade do Rio de Janeiro

É incrível a história do desenvolvimento das linhas ferroviárias urbanas da cidade do Rio de Janeiro. Ainda no século 19 foram iniciadas as atividades dos atuais trens urbanos que na época eram de madeira e puxados por locomotivas a vapor, popularmente chamadas de "Maria Fumaça". Aos poucos foram sendo criadas diversas empresas operadoras do sistema através da iniciativa privada de pioneiros que estabeleceram vários trechos ligando a "linha do centro" ao grande Rio e outras cidades que já existiam na época.

Imagens de "Os 50 anos da eletrificação dos trens de subúrbio do Rio de Janeiro"

Locomotiva Brooks, que puxou os primeiros trens de subúrbios da Estrada de Ferro Central do Brasil

Foram colocadas mais algumas imagens históricas dos trens de subúrbios da Estrada de Ferro D. Pedro II / Estrada de Ferro Central do Brasil.

Segura pra não sair dos trilhos

No momento da criação deste texto, Monteiro Lobato é tema de outro enredo, não tão fascinante

O samba carioca se desenvolveu no mesmo contexto geo-histórico da formação dos subúrbios da antiga capital federal. Do Estácio de Ismael Silva, vizinho da Praça Onze, ele chegou a Osvaldo Cruz, reduto de Paulo da Portela. E, nessa trajetória básica, "subiu" do Centro para a hinterlândia, nos trilhos da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil.