Alstom

Para uma radiografia do Metrô de São Paulo

Registro de artigo-entrevista com informações indispensáveis a qualquer quadro objetivo do Metrô de São Paulo e, por extensão, à análise da propalada "eficiência" administrativa tucana, ou da decantada superioridade técnica do Metrô paulista, cujo know-how se pretende agora vender aos Estados "atrasados".

Concebe-se, por exemplo que vantagem seria, para um Estado do Nordeste, receber assessoria de um Metrô de SP que encomenda trens de altura incompatível com suas próprias plataformas de embarque e desembarque?

Defesa da "indústria nacional" ou de um arranjo (multinacional) bairrista

O artigo de Riley Rodrigues (abaixo), publicado no Entre Rios Jornal, levanta aspectos interessantes da campanha "nacionalista" que se arma na grande imprensa, em defesa da indústria ferroviária: o céu estaria em vias de desabar, caso o Estado do Rio de Janeiro feche mais um contrato para compra de trens-unidade elétricos da chinesa CNR para a SuperVia.

De quebra, é um bom roteiro de partida para traçar outros aspectos interessantes no panorama da indústria ferroviária e das ligações da mídia com interesses econômicos (e políticos) específicos.

Metrô de SP reforma trens e amplia a capacidade

A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) está reformando os 98 trens originais das Linhas 1-Azul e 3-Vermelha. Nesse processo, a parte interna das composições é reformulada, com a retirada de assentos, o que amplia a capacidade de passageiros transportados. O investimento total é de R$ 1,75 bilhão.

SP e o trem-bala: é a vanguarda do atraso

O sábio político pernambucano Fernando Lyra disse uma vez que Sarney era “a vanguarda o atraso”.

O PiG (*) adorou.

Mas, não deu curso ao complemente da frase de Lyra: “e Fernando Henrique o atraso da vanguarda”.

Este ansioso blogueiro retoma a questão a propósito de retumbante artigo do ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, na pág. 3 – que virou pág. 5 por causa de um discreto comercial – da Folha (**) desta sexta feira.

8 trens do metrô chegam em Brasília pela Irga

Trens do Metrô chegaram a Brasília
A operação teve duração aproximada de oito meses. Foto: divulgação

Aditivos do metrô não saíram

Obras do metrô de Fortaleza
Mesmo com o prazo indefinido para conclusão da linha Sul,
o governo do Estado já apressa-se com a Linha Leste do
Metrô de Fortaleza, cujas obras devem começar em 2012
FOTO: JOSÉ LEOMAR

Empresas do setor ferroviário apresentam suas tecnologias para transporte de passageiros

Adiamento do Leilão do TAV e o debate de diferentes tecnologias foram alguns dos temas tratados no evento que reuniu cerca de 100 pessoas em Brasília

Sete empresas estrangeiras participaram da segunda rodada de palestras sobre tecnologias para o transporte de passageiros sobre trilhos.

Alstom de olho nos Brics

Como a companhia francesa está mudando para aproveitar o boom dos negócios de infraestrutura nos mercados emergentes

Ao ganhar um contrato de fornecimento de 168 carros para o metrô de Chennai, na Índia, a multinacional francesa Alstom já tinha pronta sua estratégia: o design e a fabricação das dez primeiras composições serão feitos em sua fábrica no bairro da Lapa, em São Paulo.
 

Metrô de S.Paulo: a interminável Linha 4

Um caso emblemático de privatização de serviços públicos: a concessionária atrasa; o governo se omite; a mídia oculta

Os jornais de São Paulo deram grande destaque, no início da semana, a uma boa iniciativa da Companhia do Metrô: a reforma de trens em uso há trinta anos. As primeiras unidades reformadas entram em operação esta semana. Custam entre 30% e 40% a menos. Evitam que se produza um descarte monstruoso.

Bondes elétricos estão de volta nas grandes cidades do mundo

Assim como os carros elétricos, trens urbanos viraram moda na Europa

A fábrica de trens da Alstom em La Rochelle, cidade medieval na costa atlântica da França, produziu no ano passado o número recorde de 88 “tramways”, trens urbanos movidos a eletricidade e que hoje são conhecidos no Brasil pela sigla VLT (veículos leves sobre trilhos). Esses trens são, na verdade, a versão moderna dos antigos bondes, que desapareceram das cidades brasileiras há pelo menos 30 anos.