A Alstom entrega o primeiro de uma série de 12 trens para o Metrô de Brasília. Além disso, a companhia, pelo contrato, ficará responsável pela modernização de todo o sistema de sinalização. O primeiro trem ficará em fase de testes em Brasília e será liberado para operação após o mês de julho. Os 12 trens são compostos de quatro carros Metrópolis cada um. Os trens, em aço inoxidável, oferecem um acesso mais fácil aos passageiros, com adequações específicas aos portadores de necessidades especiais. Também estão equipados com painéis luminosos indicando as estações.
O governador do Distrito Federal, Rogério Rosso apresentou na manhã desta quarta-feira (30/6) o primeiro trem da nova frota do Metrô. Este é o primeiro de uma frota de 12 novos veículos, que deev estar completa até março de 2011.

Wilson Linder (de terno à esq.), gerente do projeto, e Ramon Fondevila (ao centro),
diretor geral da Alstom, com a equipe responsável pelo trem
Além da greve dos ônibus, uma pane no metrô causou confusão e atraso de mais de uma hora nesta quarta-feira (23/6). O leitor Bruno Alves presenciou o tumulto na Estação Guará por volta das 18h30 e enviou vídeos ao Correiobraziliense.com.br. Confira as imagens:
Publicação: 23/06/2010 20:05 Atualização: 24/06/2010 08:32
Um defeito no freio de um dos trens do Metrô, na manhã desta quarta-feira (26/5), fez com que os passageiros descessem na Estação Shopping. A viagem atrasou cerca de 10 minutos. O trem saiu da Estação Ceilândia.
De acordo com a assessoria de imprensa da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), a falha ocorreu por volta das 7h20. O trem possui um conjunto de quatro equipamentos de freios e um desses apresentou defeito. Logo depois do problema, o veículo foi recolhido para manutenção.
Câmara Legislativa busca solução de problemas do transporte
Construído para ajudar a desafogar o trânsito de Brasília, transporte sofre com falhas técnicas e também com a superlotação. Apenas no mês passado, foram sete panes graves no sistema.
O meio de transporte é do futuro, mas a rotina enfrentada pelos passageiros é repleta de problemas. “A gente segura aqui nesse ferro para não cair. Se a gente tirar a mão, perde o lugar”, conta um usuário. “Tem hora que tem que ficar disputando na porta pra não ser esmagado na porta na hora que entra”, afirma outro passageiro.
Cada um dos 114 carros comprados pelo Metrô Rio na China custou US$ 1,296 milhão.
No mesmo período, o Metrô de Brasília pagou quase o dobro por vagão da Alstom, com uma diferença: os cariocas, que chegam em 2011, tem ar-condicionado; os de Arruda, não.
Ancelmo Gois - 28.2.2010 | 13h00m
http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2010/02/28/a-coluna-de-hoje-270181.asp